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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Áudios: Ademilson Venâncio, Carlão e Jailton

Nestário Luiz
24/6/2013

O Circuito Esportivo desta segunda-feira, dia 24, pela Rádio Fema FM, apresentou informações sobre o Clube Atlético Assisense com entrevistas com o técnico Ademilson Venâncio, com o goleiro Carlão e com o goleiro Jailton.

Para ouvir as entrevistas completas, acesse as páginas a seguir: Ademilson Venâncio, Carlão e Jailton.

O Circuito Esportivo é apresentado às segundas e sextas-feiras, às 18h, pela Rádio Fema (FM 105,9).

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Áudios: Ademilson Venâncio, Diego Volpini, Diego Manfio (Assisense), Márcio Kanthack, Jonathan e João Vitor (basquete)

Nestário Luiz
10/6/2013

O Circuito Esportivo desta segunda-feira, dia 10, pela Rádio Fema FM, apresentou entrevistas sobre os jogos do Assisense pela Segundona Paulista e do time de basquete pelo Paulista sub-19.

O Assisense empatou com o Grêmio Prudente por 2 a 2 no Estádio Tonicão no último domingo pela Segunda Divisão do Campeonato Paulista. Sobre o jogo, falaram o técnico Ademilson Venâncio (ouça aqui), o volante Diego Volpini (ouça) e o zagueiro Diego Manfio (ouça).

A equipe de basquete sub-19 de Assis venceu Araraquara por 88 a 62 na última sexta-feira no Assis Tênis Clube pelo Campeonato Paulista. Foram entrevistados o técnico Márcio Kanthack (ouça aqui) e os jogadores Jonathan Maciel (ouça) e João Vitor (ouça).

O Circuito Esportivo é exibido às segundas e sextas-feiras, às 18h, pela Rádio Fema (FM 105,9).

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Áudios: Ademilson Venâncio e Carlos Antunes, do Assisense

Nestário Luiz
3/6/2013

O programa Circuito Esportivo, da Rádio Fema FM, exibiu duas entrevistas nesta segunda-feira, dia 3.

O técnico do Assisense, Ademilson Venâncio, avaliou a derrota da equipe para o Presidente Prudente por 3 a 1 pela Segunda Divisão do Campeonato. Para ouvir o áudio, clique aqui.

O Circuito Esportivo também levou ao ar uma entrevista com o presidente do Assisense, Carlos Antunes, sobre a preparação da equipe sub-20 para os Jogos Regionais de Dracena e para a Segundona Paulista. Para ouvir, clique aqui.

O programa é exibido às segundas e sextas-feiras, às 18h, ao vivo, pela Rádio Fema (FM 105,9).

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Os caras do Vocem – Rodolfo


Nestário Luiz
27/10/2011

A nossa série que apresenta os jogadores do Vocem volta nesta quinta-feira com o ala Rodolfo Fernandes Silva. Rodolfo nasceu no dia 13 de novembro de 1992 em Itaí (SP) e sempre jogou futebol de campo. Seu último clube antes de vir para Assis foi o Guarani.

Rodolfo jogava campo no Guarani.
(Fotos: arquivo pessoal)
Rodolfo
Blog: Quando você começou a jogar futsal? Foi em escolinha, clube ou na escola?
Rodolfo: Comecei quando tinha seis anos, na escolinha da minha cidade.

Por quais clubes você passou? Quais as lembranças você guarda dessas equipes?
Não passei por nenhum clube de futsal, sempre joguei no campo.

Você acompanha as competições estaduais e nacionais de futsal? O que acha do momento do futsal brasileiro?
Não acompanho muito, mas as informações que tenho é que o esporte passa por um bom momento no Brasil.

Em quais jogadores você se espelha? Por quê?
Gosto do Falcão e do Valdin. O Falcão por ele ser ídolo no mundo todo e o Valdin porque é um jogador completo.

Num mundo tão concorrido como o do futsal, é possível fazer amigos? Você fez muitos amigos ao longo da sua carreira? Qual a sua relação com eles?
É possível, sim. Fiz muitos amigos, minha relação com eles é excelente.

O que achou de Assis e do Vocem?
Achei muito legal aqui, é uma cidade muito simpática.

Qual a sua expectativa para o Campeonato Paulista do Interior? Até onde o Vocem pode chegar?
A expectativa é boa, o grupo é forte e tem muita qualidade para chegar e ser campeão.

domingo, 16 de outubro de 2011

Os caras do Vocem – Henrique Cabelo


Nestário Luiz
16/10/2011

Neste domingo vamos conversar com o pivô Henrique Heringuer Balmant, o Henrique Cabelo. Ele nasceu em Marília no dia 9 de abril de 1992 e começou a jogar futsal no Vocem, em 2008.

Henrique Cabelo
Cabelo (à esquerda) em ação pelo Vocem nos Jogos Regionais
de 2011, em Presidente Prudente. (Foto: arquivo pessoal)
Blog: Quando você começou a jogar futsal? Foi em escolinha, clube ou na escola?
Cabelo: Comecei a jogar em 2008, na equipe do Vocem.

Por quais clubes você passou? Quais as lembranças você guarda dessas equipes?
Minha primeira experiência como jogador de futsal foi na equipe do Vocem. Lembro-me com carinho do dia em que comecei a treinar no time.

Você acompanha as competições estaduais e nacionais de futsal? O que acha do momento do futsal brasileiro?
Sim, acompanho. O futsal brasileiro, a cada dia que passa, vem sendo mais disputado, as equipes se igualam bem e fica difícil saber qual ganhará os campeonatos.

Em quais jogadores você se espelha? Por quê?
O jogador em que me espelho é o Sími, do Corinthians. Eu jogo na mesmo posição que ele e admiro muito seu futsal.

Em qual posição você atua? Quais as dificuldades e as vantagens de se jogar aí?
Sou pivô, e existem várias dificuldades de se jogar nessa posição. Uma delas é não ter muita experiência para atuar nela. Porém, tem a vantagem de ficar mais perto do gol adversário.

O pivô (à esquerda), em jogo em Assis. (Foto: Nestário Luiz)
Num mundo tão concorrido como o do futsal, é possível fazer amigos? Você fez muitos amigos ao longo da sua carreira? Qual a sua relação com eles?
Sim, é possível. Nesse começo de carreira já fiz muitos amigos. Vários já não jogam mais comigo, mas ainda mantenho contato com eles.

O que achou de Assis e do Vocem?
Assis é uma cidade boa para se morar, é bem tranquila. O Vocem é meu primeiro time, não tenho nada do que reclamar. Aqui sou bem tratado e estou ganhando muita experiência para quando eu for para outros clubes.

Qual a sua expectativa para o Campeonato Paulista do Interior? Até onde o Vocem pode chegar?
Minhas expectativas são grandes, acredito muito na nossa equipe. Estamos muito motivados para ganhar e assim acredito que podemos ser campeões.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Os caras do Vocem – Fred


Nestário Luiz
13/10/2011

O blog estreia hoje uma série de entrevistas que vai apresentar todos os jogadores que compõem o elenco sub-20 do Vocem. Atualmente a equipe disputa a Copa Regional e o Campeonato Paulista do Interior. No Interior, inclusive, o Vocem joga hoje, dia 13, às 18h, em Matão, contra Santa Ernestina.

A intenção é publicar duas entrevistas por semana, provavelmente uma na quarta-feira e outra no domingo. Caso ocorram imprevistos, essas datas podem ser alteradas.

Em 2009, Fred ajudou o Barueri a vencer o Corinthians
na final do Metropolitano. (Fotos: arquivo pessoal)
Fred
Quem inaugura a série é Frederico Isse Fontes, o goleiro Fred. Ele nasceu em 13 de maio de 1991 em Osasco (SP) e está no Vocem desde o começo deste ano.

Fred começou sua carreira em 2007, no time sub-15 do Banespa/SP. Em 2008 esteve em duas categorias do Santana de Parnaíba/SP: sub-17 e sub-20. No mesmo ano Fred foi para o Palmeiras sub-20, onde também participou da equipe adulta. Em 2009 o goleiro jogou pelo Barueri na categoria sub-20. Ano passado, Fred defendeu o time adulto do Foz do Iguaçu/PR.

Na entrevista abaixo, Fred demonstra que aprendeu bastante nesses cinco anos de futsal e que está confiante numa boa campanha do Vocem no Campeonato Paulista do Interior.

Blog: Quando você começou a jogar futsal? Foi em escolinha, clube ou na escola?
Fred: Passei por escolinha e joguei na escola, mas o futsal só começou a deixar de ser lazer para virar esporte quando eu tinha dez anos. Minha mãe trabalhava e eu passava o dia todo no clube, treinando. Eu treinava em categorias menores, maiores, femininas e específicas.

Fred concede entrevista a uma emissora de TV de Foz
do Iguaçu (PR).
Por quais clubes você passou? Quais as lembranças você guarda dessas equipes?
Cada clube tem algo que eu me lembro. O primeiro clube, o primeiro jogo, o primeiro título... Acredito que carrego um pouco de cada treinador e de cada clube. Lembro de amigos e momentos especiais, mas sem dúvidas o primeiro jogo pelo Paulista, o título de campeão metropolitano em 2009 e a estreia na Liga Nacional em 2010 são os três momentos mais marcantes.

Você acompanha as competições estaduais e nacionais de futsal? O que acha do momento do futsal brasileiro?
Ano passado estava jogando o Campeonato Nacional. Agora assisto pela televisão, acompanho resultados e notícias. É importante saber o que acontece, acredito que nós que estamos na base precisamos copiar o “segredo” do sucesso dos que conseguiram chegar lá. Precisamos copiar os acertos, tentar melhorar o que não está legal, sempre aprendendo com eles.

O goleiro em ação pelo Vocem.
Em quais jogadores você se espelha? Por quê?
Sou fã do Léo Oliveira, goleiro da seleção brasileira e do Marechal Rondon. Assisto aos jogos para vê-lo atuando. Também tenho outra referência mais próxima e sem dúvida fundamental para minha carreira: ano passado tive a felicidade de trabalhar com o Guiga, atualmente no Macaé. Ele já foi campeão com a seleção brasileira adulta de futsal. Com o Guiga eu aprendi muito, considero que minha carreira se divide em dois momentos. O primeiro desde que eu comecei até 2010, em que eu era apenas alguém que estava no gol. Depois de conhecer o Guiga eu deixei de ser alguém que estava no gol para ser um goleiro, ter responsabilidades de goleiro, postura de goleiro. Ele é minha maior referência de profissional no esporte.

Em qual posição você atua? Quais as dificuldades e as vantagens de se jogar aí?
Sou goleiro. Minha posição exige muita concentração, qualquer falha pode resultar em gol, derrota ou perda de campeonato, mas eu treino muito para tentar minimizar os erros. Lá é onde sou feliz, isso é o que sei fazer.

Em Assis.
Num mundo tão concorrido como o do futsal, é possível fazer amigos? Você fez muitos amigos ao longo da sua carreira? Qual a sua relação com eles?
Sem dúvidas. A partir do momento que se passa a morar longe de casa, os colegas de quarto, alojamento, apartamento ou casa viram parte da família. São com eles que dividimos as vitórias, derrotas e todos os sentimentos. É quase impossível ser amigo de todos, mas com certeza sempre alguns ficam, ainda mais com a comunicação via internet, que deixa o contato mais fácil. Do time de 2007 ainda mantenho contato com alguns amigos. Saímos juntos quando estou de folga. No próprio Vocem alguns jogadores saíram, mas mesmo assim continuam o contato e a amizade.

O que achou de Assis e do Vocem?
Viemos para a cidade de Assis para fazer história, fazer diferente, porque o time do Vocem sempre teve tradição na categoria adulta, enquanto o juvenil nunca teve um resultado de expressão no cenário estadual. Acreditamos no projeto e no trabalho do técnico André Luís e de sua equipe e creio que podemos mudar isso. Acho que estamos no caminho certo. Sobre a cidade não tenho muito a dizer, pois como eu disse estamos aqui para fazer diferente, então trabalhamos todos os dias, feriados, sábados, domingos. Acreditamos que o trabalho vence.

Qual a sua expectativa para o Campeonato Paulista do Interior? Até onde o Vocem pode chegar?
Imagino que todo time entra com a expectativa de ser campeão, porém estamos focados. Esperança e expectativa é pouco para nós. Temos que entrar e realizar. Para alguns essa é a última oportunidade de mostrar serviço na categoria juvenil, precisamos ganhar títulos para sermos lembrados ano que vem numa categoria adulta. Devemos trabalhar com seriedade e no fim, com fé em Deus, tudo vai valer a pena. Sabemos que o Paulista do Interior não será fácil. São apenas seis equipes, mas todas com qualidade e chances iguais. A garra e a vontade vão decidir.